Abaixo a intervenção militar de Temer no Rio de Janeiro!

EB revista criança

O governo de Michel Temer, fantoche do imperialismo ianque, quer incrementar sua guerra contra o povo decretando a intervenção militar no Rio de Janeiro, disfarçada de “intervenção federal”. Ao colocar o Exército “Brasileiro” para comandar diretamente as ações de repressão operadas pelas polícias no estado do Rio, essa gerência corurpta e imoral almeia aprofundar a guerra civil reacionária que vem sendo aplicada contra o povo pobre no nosso país, quer amendrotar nosso povo povo trabalhador e lutador e conseguir assim implementar suas medidas reacionárias de cortes de direitos seguidos de sucateamento e privatização da educação e da saúde públicas.

A desculpa fajuta de “crise na segurança pública” e “guerra contra as drogas” não passam de argumentos vazios para incrementar a militarização de toda a sociedade carioca (e logo de todo o país), colocando todas as favelas e comunidades sob a mira constante dos canos de seus fuzis. É fato notório no Brasil e no mundo, que são os próprios policiais e militares os responsáveis pelo fornecimento de armas de grosso calibre para os pequenos vendedores de drogas em todo o país. Também é sabido por todos que os grandes traficantes são justamente os grandes burgueses e latifundiários, bem como seus “representantes” no executivo, legislativo e judiciário, que movem livremente grandes quantidades de drogas por todo o país. Caso mais famoso, o do “helicóptero de cocaína” do então senador Aécio Neves.

O Exército “Brasileiro” nunca foi uma instituição de defesa nacional e sempre se colocou contra os interesses do nosso povo. Este exército reacionário se formou na guerra criminosa e genocida que destruiu o Paraguai e na repressão aos camponeses de Canudos no século XIX. Da mesma forma, atuou incessantemente na repressão às lutas populares durante todo o século passado. Particularmente às lutas operárias e estudantis. O golpe militar-fascista de 64 foi a demonstração mais cabal do ódio que estes milicos nutrem contra o nosso povo, basta ver as torturas, assassinatos e desaparecimentos forçados cometidos durante o regime de 64 e que até hoje estes generais reacionários defendem e protegem os seus criminosos.

Em 1968, procurando afogar em sangue a luta estudantil que sacudia o país em defesa dos direitos do povo e pelo fim do regime militar-fascista, o exército reacionário invadiu a Universidade de Brasilía (UnB) e passou a desencadear uma brutal repressão contra a luta popular, perseguindo, prendendo e assassinando os lutadores do povo.

Seguindo esta linha, o gerente pró-ianque Temer e sua quadrilha, para defender os interesses dos bancos e multinacionais norte-americanos de exploração sanguinária do nosso país, tem incrementado cada vez sua atuação direta sob as áreas de interesse do imperialismo em todo o país. A intervenção militar no Rio de Janeiro foi, até agora, o caso mais grave, mas não o único. O gerente reacionário tem colocado todo o aparato repressivo de que dispõe para atacar os direitos do povo, se tornando notória a intervenção de Michel Temer na educação pública brasileira.

Foi assim com a Polícia Federal invadindo a Universidade Federal de Minas Gerais para prender o reitor, a vice-reitora e uma série de professores, sob a justificativa nefasta de “condução coercitiva” numa investigação sobre as obras realizadas pela própria universidade, flagrantemente violando a Autonomia Universitária. Também foi assim com a intervenção da PF na UFSC, que chegou ao cúmulo de proibir a entrada do reitor no campus e este, tragicamente abatido pelo rumo dos acontecimentos, veio a cometer suicídio. E também é assim com a intervenção privatista e arbitrária de Temer e sua quadrilha na pedagogia com o projeto de lei 6847/17 da falsa-regulamentação da profissão do pedagogo.

Esta é a estratégia desse governo reacionário, claramente desmoralizado e sem a menor base de sustentação, para implementar suas medidas reacionárias de ataque aos direitos do povo. Tenhamos visto o seu fracasso ao não conseguir aprovar a “reforma” da previdência como lhe ordenou o imperialismo ianque e o Banco Mundial.

A ExNEPe repudia veementemente esta intervenção militar no Rio de Janeiro, bem como as demais intervenções do gerente reacionário Temer e sua quadrilha. Reforçamos nossa decisão firme de lutar em defesa do ensino público e gratuito, bem como de resistir aos ataques aos nossos direitos e em defesa das nossas liberdades democráticas.

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