SP: Greve de professores contra cortes de direitos conquista vitórias

Reproduzido de A Nova Democracia

Professores de mais de 100 escolas da rede privada de ensino em cidades do estado de São Paulo paralisaram suas atividades no dia 29 de maio. A grande mobilização, que tem como principal reivindicação a manutenção dos direitos já previstos na convenção coletiva vigente, conquistou importantes vitórias no dia 06/06.

Entre as exigências dos trabalhadores em educação constam também a manutenção do recesso escolar remunerado de 30 dias no fim do ano, bolsa de estudos para dois filhos e garantia de semestralidade dos salários. Os professores também lutam contra o fim das férias coletivas e a possibilidade de redução de salários por acordo.

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Ainda no dia 29, os professores realizaram um protesto na frente da sede do sindicato da categoria, em São Paulo, onde saíram em passeada até a avenida Paulista.

Os educadores também promoveram aulas públicas em oito pontos da cidade, como nos largos da Batata e Santa Cecília.

Após uma semana da paralisação e protestos dos professores, o Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado) cedeu e aprovou, no dia 06/06, a convenção coletiva que garante a manutenção de direitos dos professores da rede particular de ensino de São Paulo, concede o reajuste de 3% e Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) de 15%.

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