SP: Moções do 21º EPEPe

Disponível no site: https://21epepe.wordpress.com/mocoes/

1) Moção de apoio à combativa greve dos Caminhoneiros e Repúdio à Intervenção Militar em curso!

Nós, desde o 21º Encontro Paulista de Estudantes de Pedagogia, saudamos e declaramos nosso total apoio à combativa Greve dos Caminhoneiros, que sacudiu o país de norte a sul, demonstrando às demais categorias o caminho da luta combativa e da preparação da Greve Geral, como forma de salvaguardar contra as classes dominantes, todos seus direitos pisoteados; numa situação de profunda crise em que todos perdem, mas que quem luta perde menos.

Destacamos principalmente a luta dos caminhoneiros assalariados por melhores condições e salários, como redução da jornada extenuante, do aumento do piso dos fretes, aumento dos prazos exíguos, bem como pela extinção da PL da escravidão, que converte os caminhoneiros em propriedade privada das transportadoras.

Remarcamos ainda que a categoria dos prestadores de serviço, ao afirmar o caminho da greve, reconhece-se como classe trabalhadora à serviço das transportadoras, importante passo para desfazer ilusões acerca de serem realmente “autônomos”. Trata-se, de fato, da precarização do trabalho através da terceirização, como mais uma forma das classes dominantes de extinguir direitos e escravizar ainda mais a categoria.

Além disso, rechaçamos essa direita fascista, uma parte formada de empresários do ramo, sempre ligados aos milicos e ao regime militar e que enriqueceram com este; também as demais vivandeiras de quartel que sempre consideraram grevistas como ‘vagabundos’, ‘bandidos’ e outros termos mais que pululam de suas bocas imundas, mas que agora querem surfar na justa rebeldia dos caminhoneiros para pedirem ‘intervenção militar’, como consumação do golpe militar contrarrevolucionário já em marcha. Golpe que tem por fim justamente aprofundar a guerra civil reacionária contra o povo e reprimir as rebeliões populares que se avizinham. Lembramos que esta canalha de milicos lambe-botas dos ianques sempre foram contra qualquer tipo de greve, prendendo, torturando e matando grevistas e líderes sindicais. Querem afogar em sangue a justa revolta do povo, mas só regarão a Revolução Brasileira. Não passarão!

Viva a justa e combativa greve dos caminhoneiros!

Preparar a greve geral!


 Moção de repúdio à ação genocida de Trump/Israel contra a Palestina

Nós, desde o 21º Encontro Paulista de Estudantes de Pedagogia, repudiamos com firme ódio de classe a ação genocida de Trump e do Estado fascista e genocida de Israel contra o heroico povo palestino.

Tomamos estes atentados contra o povo palestino como manifestação do aprofundamento da crise geral de decomposição do imperialismo, que agudiza todas as contradições fundamentais do mundo, dentre elas, a principal, a contradição entre imperialismo versus nações e povos oprimidos. Este agravamento se processa sobre a base da luta pela repartilha do mundo, pelo retalhamento de países inteiros sobre os países do Terceiro Mundo e da intensificação da exploração sobre suas massas e saqueio das riquezas destes.

Ao repudiarmos estes ataques, também temos total confiança de que o povo da Palestina saberá, em meio à luta contra o invasor estrangeiro, forjar as alianças e os instrumentos fundamentais para expulsá-lo de seu território, afirmar sua soberania nacional e marchar firmemente à revolução de nova democracia e ao socialismo.

Viva a heroica resistência palestina!


3) Moção de apoio à ocupação da UFSCAR, à greve na Unicamp, à greve na USP e à greve na UNESP!

Nós, desde o 21º Encontro Paulista de Estudantes de Pedagogia, manifestamos nosso apoio às reivindicações dos estudantes da UFSCar, da Unicamp e da USP e declaramos nosso apoio às greves deflagradas nestas universidades por variadas categorias, entre estudantes, funcionários e professores.

Convocamos as massas em greve para elevarem suas formas de luta e reivindicação e reafirmamos o caminho da greve de ocupação com co-governos estudantis, no caso dos estudantes, mantendo as atividades curriculares decididas a partir de discussões em assembleias democráticas de estudantes, técnicos, funcionários e professores, exigindo do velho Estado e, através da luta, conquistando reconhecimento formal e legal. No caso de professores, funcionários e técnicos em greve por aumento salarial ou mesmo por salários atrasados e/ou não-pagos, reconhecemos a justeza completa da paralisação, sendo um dever dos alunos unirem-se à luta destes. Rechaçamos e denunciamos a ação desmobilizadora, despolitizante inconsequente do oportunismo em meio a estas greves!

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