[RO] Estudante da UNIR é presa por denunciar crimes da PM em ato contra o fascismo

 

Com informações de Jornal A Nova Democracia

CAPA1

Uma estudante de Direito da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) foi arbitrariamente presa pela PM enquanto fazia agitação contra as eleições e denunciava a repressão policial durante o ato nacional contra Bolsonaro, realizado dia 29 de setembro na cidade de Porto Velho, Rondônia.

A justificativa da PM para a detenção da estudante, foi de que ela teia desacatado a instituição militar, sendo que desacato a autoridade não é considerado mais crime há dois anos por decisão do STJ.

O que a estudante falou em alto e bom tom não deixa de ser a realidade do povo rondoniense, que, principalmente no campo, têm lutado por sua sobrevivência, contra os ataques do latifúndio em conluio com o judiciário e a imprensa marrom.

“Eu só quero que saibam que a minha fala era exaltando as mulheres que estão na luta pela terra. Que enfrentam o terrorismo do Estado todo dia, que são assassinadas, perdem seus companheiros e filhos, mas combatem, resistem e vão para as barreiras das reintegrações de posse”, afirmou a jovem estudante.

Ela relembrou também as mulheres guerreiras que enfrentam os ataques da pistolagem na luta pela terra: “Falei lá: ‘Estamos em guerra, precisamos nos endurecer e lutar com essas mulheres do povo. Nossa luta é revolução, o Estado não é democrático, precisamos estar à altura disso.”.

É necessário denunciar mais esse atentado do Estado contra a liberdade de expressão.

Após a prisão da jovem, vários manifestantes seguiram para a porta da delegacia juntamente com uma comissão de advogados para prestar apoio e denunciar o caráter persecutório, político e ilegal da detenção.

Desde o momento da arbitrária detenção, movimentos populares e ativistas de Rondônia estão convocando organizações, entidades e personalidades democráticas a emitirem notas de repúdio diante de mais uma demonstração de ilegalidade promovida pelo velho Estado contra o povo.

Como provam os fatos, a denúncia que a estudante de direito fez durante o protesto é mais do que verdade comprovada, mas uma necessidade de ser divulgada como prova do caráter anti-povo desse velho Estado burguês-latifundiário.

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