2 MIL PESSOAS NO 30M EM PORTO VELHO

Ato teve à frente a juventude combatente da UNIR, IFRO e Secundaristas, organizados pelo Comando Unificado de Docentes, Técnicos e Estudantes e pela maioria dos Centros Acadêmicos. Professores e Técnicos da UNIR e IFRO participaram em massa do protesto.

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A manifestação teve início às 16h com concentração na praça Marechal Rondon no centro de Porto Velho. Além de estudantes, docentes e técnicos da UNIR e IFRO estiveram presentes centenas de estudantes de diversas escolas, trabalhadores em educação, trabalhadores e pesquisadores da Fiocruz, Urbanitários, Funcionários Públicos Federais, Bancários, Eletricitários, Atingidos por Barragens, aposentados, pais de alunos e população dos bairros. Diversos Povos indígenas também estavam presentes ao ato e denunciaram a violência da gerência de Bolsonaro contra os povos originários. Diversas denúncias também foram feitas em relação à prefeitura da capital que abandonou as escolas da área rural e distritos não garantindo o transporte escolar.

Por volta das 17h a avenida 7 de setembro foi tomada pelos manifestantes. Muitas faixas e cartazes denunciaram os cortes na educação pública impostos pelo MEC na educação superior, profissional e educação básica, a intervenção e ataque à autonomia das Universidades e Institutos Federais. Denunciaram também o assalto à aposentadoria e aos direitos dos trabalhadores, exigiram a revogação da Emenda Constitucional 95 (PEC do Teto de gastos) e a revogação da reforma trabalhista. Diversas organizações de classe denunciaram o gerenciamento obscurantista e vende-pátria de Bolsonaro, que ataca as universidades e a produção de conhecimento científico e entrega aos americanos a base de Alcântara (MA), as riquezas nacionais e a Amazônia.

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O Estado dos EUA e o Estado sionista de Israel foram alvo de palavras de ordem e intervenções que denunciaram a tentativa de extermínio do povo palestino e sua ação genocida contra inúmeras nações e povos do mundo. A juventude combatente ateou fogo às bandeiras de USA e Israel, denunciaram também o papel de capacho e lambe-botas de Bolsonaro. O alto comando das FFAA também foi denunciado e a juventude combatente bradou: Nem Bolsonaro e nem Mourão! Fora Forças Armadas reacionárias!

Protestos dirigidos por estudantes, docentes e técnicos da UNIR também ocorreram em Ji-Paraná, onde os manifestantes interditaram o acesso ao campus. A combatividade e disposição de luta dos indígenas do curso de licenciatura intercultural deram vigor à manifestação e ao bloqueio que durou desde as primeiras horas da manhã até o fim da tarde, mesmo sob a tentativa frustrada da polícia federal de acabar com o protesto. Em Guajará-Mirim, o protesto dirigido pelo SINASEFE, no campus do IFRO, teve adesão de trabalhadores em educação da rede estadual, municipal e de estudantes, docentes e técnicos da UNIR. Também na BR 364 e 425, no distrito de Abunã, a população bloqueou a rodovia desde o dia 29 e persiste até o dia 30, denunciando o abandono da educação. Em Rolim de Moura, o protesto contra os cortes na educação ocorrerá no dia 1º de junho e está sendo coordenado pelos Centros Acadêmicos de História e de Pedagogia da UNIR.

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