[MG] ExNEPe participa da greve de 48 horas em Belo Horizonte

Os dias 02 e 03 de outubro foram importantes dias nacionais de luta para estudantes, intelectuais e democratas de todo o país. Houve grandes manifestações em todo o território nacional com milhões de pessoas indo às ruas em defesa do ensino público, gratuito, democrático e a serviço do povo em resposta as políticas reacionárias do governo de Bolsonaro e dos generais, como o projeto Future-se, que propõe a destruição da autonomia universitária e a privatização do ensino superior.

Em Belo Horizonte, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), houve atividades nos dois dias.

No dia 02 de outubro ocorreram palestras e debates em toda universidade impulsionando a politização dos professores e estudantes.

O dia se iniciou pela manhã com um debate sobre o future-se e a situação política, a Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia (ExNEPe) interviu no debate expressando otimismo e combatividade, combatendo o desânimo que a União Nacional dos Estudantes (UNE) tenta infundir nas lutas com sua política decrépita e falida, na intervenção, a ExNEPe denunciou as políticas para a educação como partindo do Banco Mundial e dos grandes monopólios, ressaltou a importância dos atos realizados anteriormente e apontou o caminho da greve de ocupação como forma de luta mais avançada na defesa da universidade brasileira.

A tarde a ExNEPe interviu em um debate organizado pelo sindicato dos professores daa universidades federais de BH (APUBH), defendendo a ciência nacional e a serviço do povo, denunciando a intervenção dos monopólios na produção cientifica das universidades e a intervenção do governo obscurantista na educação de modo geral.

Na parte da noite confeccionamos uma faixa junto aos estudantes para ser levada para o ato no dia seguinte.

No dia 03 de outubro participamos da grande manifestação no Centro de Belo Horizonte que contou com milhares de estudantes. Organizamos um bloco da Executiva, levantando a bandeira da ExNEPe, nossa faixa chamando todos a defender a democracia e a autonomia de nossas universidades contra a privatização que atual gerência arquirreacionaria tenta impor, destacando sempre nosso caráter classista e combativo. Durante o ato os estudantes de pedagogia distribuiram também, um panfleto conclamando a Greve Geral. Os dias 02 e 03 de outubro foram portanto marcados pela mobilização, combatividade e altivez dos estudantes frente os ataques que o Ensino Público têm sofrido. Há de se dar especial destaque aos estudantes de pedagogia que desde o inicio do processo convocaram assembleia para decidir sobre a greve, e se posicionaram na linha de frente da luta estudantil.

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