[MS] CONTUNDENTE ATO É REALIZADO NA UFGD CONTRA NOVA INTERVENÇÃO E IMPOSIÇÃO DA EAD!

Confira a Carta de Posicionamentos e Reivindicações entregue ao interventor aqui.

No dia 26 de Fevereiro foi realizado um vigoroso ato puxado pela ExNEPe e executiva sul-mato-grossense de estudantes de pedagogia (ExSMEPe) na reitoria da UFGD contra a nova intervenção nomeada pelo MEC e também a imposição de volta às aulas obrigatórias através da ead.

O ato começou em frente a reitoria com confecção de cartazes e a leitura de uma carta a ser entregue ao novo interventor, colocando o posicionamento dos estudantes sobre a nova intervenção e a imposição da ead. Onde também apresentam suas exigências, na qual reivindicam: 1 – a renúncia do novo interventor; 2 – a suspensão da obrigatoriedade de cursar as aulas ead, mantendo as bolsas e o vínculo com a universidade; 3 – manutenção integral de todas as bolsas.

Logo em seguida os estudantes entraram de forma enérgica na reitoria, cantando palavras de ordem como “A NOSSA LUTA É TODO DIA, PRA DEFENDER A NOSSA AUTONOMIA!” e com um grande cartaz escrito “A UNIVERSIDADE É DO POVO, NÃO DA INTERVENÇÃO!”. Foram realizadas falas no interior da reitoria denunciando o escárnio do governo com mais esse ataque a autonomia universitária com a nomeação de um novo interventor e também as consequências das medidas aplicadas a mando do governo federal como a imposição do voltas aulas obrigatório pela ead. Onde já se tem relatos de muitos estudantes que por conta disso perderão suas bolsas ou que terão que sair da universidade.

Quando o interventor Lino Sanabria estava saindo os estudantes o cercaram, entregando a carta e exigindo que tivessem uma resposta. Diante da recusa do interventor de dialogar com os estudantes, estes colocaram que voltariam para cobrar uma resposta e não descansariam até terem suas reivindicações atendidas.

Os estudantes então passaram a colar cartazes pela reitoria demarcando que esta era espaço dos estudantes, do povo e não do interventor/MEC. Junto a colagem, também foi feito uma panfletagem para os servidores e terceirizados que estavam trabalhando, explicando os motivos do ato e as reivindicações dos estudantes.

No final, os estudantes se reuniram para fazer um balanço do ato e planejar a continuação da mobilização. Foi apontado a necessidade da luta continuar, mesmo diante da dispersão dos estudantes e professores, de que essas atividades repercutiam e traziam esperança para os que não estavam ali, além de que era necessário trazer mais e mais estudantes rompendo o cerco do imobilismo, fazendo avançar a mobilização até que as reivindicações sejam cumpridas. Foi criado então uma campanha por onde serão planejadas e divulgadas as próximas atividades.

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